Arte com o título "Foto própria ou banco de imagens?", com dois cartões, a foto da equipe e uma ilustração, separados por um VS
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Foto própria ou de banco de imagens no site da empresa?

O site está quase pronto, e falta a foto da página “Quem somos”. O prazo aperta, e alguém sugere: “pega uma do banco de imagens, ninguém vai perceber”. O leitor percebe. Talvez não saiba dizer o quê, mas aquela equipe sorridente de terno, num escritório que não é o seu, não parece a sua empresa. Porque não é.

Isso não quer dizer que foto de banco seja proibida. Cada tipo tem o seu lugar, e o erro é usar uma onde cabia a outra.

A foto própria mostra quem você é

Para tudo que é identidade da empresa, a foto própria não tem substituto: a fachada, a equipe, o ambiente, o produto que você vende. O cliente que vê o consultório de verdade antes da consulta chega mais tranquilo. Quem vê a sua equipe de verdade sabe com quem vai falar.

Ela não precisa ser cara. Um celular bom, luz natural e um pouco de cuidado resolvem a maioria das fotos de ambiente e de produto. Fotógrafo profissional vale o investimento para as fotos que vão ficar anos no site, como a da equipe e a da fachada.

Fotógrafo apontando a câmera de dentro de um carro
Foto: Michal Kulesza / StockSnap (licença CC0)

O banco de imagens ilustra o que não é você

Para ilustrar um assunto, a foto de banco cumpre bem o papel: a pessoa usando o celular num post de blog, o notebook num texto sobre internet, a reunião genérica num artigo sobre vendas. Ninguém espera que seja a sua empresa ali, e a foto só ajuda a quebrar o texto.

O cuidado é com a licença. Foto achada no Google não é foto livre: a Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/1998) protege a obra fotográfica, e usar sem autorização pode render notificação e cobrança. Use bancos com licença clara, como os de licença CC0, que permitem uso comercial sem pagamento, ou bancos pagos com a licença comprada. E guarde de onde veio cada foto.

Lado a lado

Foto própriaBanco de imagens
Mostra a sua empresasimnão
Custo e tempomaioresmenores
Risco de aparecer em outro sitenenhumalto
Melhor paraequipe, fachada, produto, serviçoilustrar posts e assuntos gerais
Mão segurando o celular para fotografar o mar
Foto: Jordan McQueen / StockSnap (licença CC0)

Pessoas na foto pedem autorização

Na foto própria, o cuidado é outro: as pessoas que aparecem nela. Funcionário, cliente ou paciente fotografado para o site precisa autorizar o uso da imagem, de preferência por escrito, dizendo onde a foto vai aparecer. E quando o funcionário sai da empresa, vale combinar o que acontece com a foto dele na página da equipe.

O que o Google olha nas imagens

O guia de imagens do Google dá três dicas que valem para os dois tipos de foto. Escreva um texto alternativo que descreva o que a foto mostra, sem encher de palavra-chave. Dê ao arquivo um nome descritivo, como fachada-clinica-centro.jpg, em vez de IMG00023.jpg. E coloque a imagem perto do texto que fala dela.

O mesmo guia lembra que fotos de alta qualidade atraem mais que imagens borradas. Foto própria tremida, tirada às pressas, perde para uma boa foto de banco; o ideal é a foto própria bem feita.

Qual usar, por página

Se a página fala de quem é a empresa, como “Quem somos”, contato, serviços e produtos, use foto própria, nem que seja tirada com o celular. Se a página explica um assunto, como os posts do blog, a foto de banco com licença clara atende bem. E se você está em dúvida, faça a pergunta do começo: o cliente vai achar que esta foto é da minha empresa? Se a resposta é sim, ela precisa ser.

Para ir além

Imagens que contam a sua história

A PubliCode cuida das imagens do site junto com o conteúdo: orienta a sessão de fotos da empresa, escolhe as ilustrações com licença em dia e prepara cada arquivo para o Google.

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